TEMA 17 – Capacitados para servir

donsAntes de subir ao Céu, Jesus concedeu dons à igreja, para que os crentes pudessem levar avante a obra de pregar o evangelho ao mundo. Os discípulos eram pessoas simples, sem muitas capacidades, mas cheios de amor a Deus e vontade de fazer a vontade dEle. Capacitados pelos poder do Espírito Santo, eles puderam fazer coisas maravilhosas e abalar o mundo de então. Esses mesmos dons estão à disposição dos cristãos nos dias de hoje. Saiba um pouco mais sobre os dons do Espírito e sobre a falsificação deles nos dias atuais. E mais importante: ore a Deus e peça que Ele o encha de entusiasmo, poder e desejo de servir ao semelhante e pregar o evangelho.

1. A respeito de que devemos estar informados? 1 Coríntios 12:1 

2. O que Cristo deu aos seres humanos antes de subir ao Céu? Quais foram alguns desses dons que Jesus concedeu aos que O servem? Efésios 4:8, 11; 1 Coríntios 12:28

Jesus presenteou Seus seguidores com dons espirituais a fim de capacitá-los para a difícil missão que teriam pela frente. Note que entre os dons concedidos está o de profecia, o que nos faz lembrar o Tema 14, já estudado. 

3. Com que finalidade esses foram dons concedidos à igreja? Efésios 4:12-14

Para o crescimento e amadurecimento dos membros da igreja, para capacitá-los ao ministério (serviço) e para promover a unidade.  

4. Quem escolhe os dons para as pessoas? Devem todos ter ou buscar o mesmo dom? 1 Coríntios 12:11, 29, 30

É interessante notar que em 1 Coríntios 12 Paulo compara a igreja a um corpo, deixando claro que todas as partes (órgãos e membros) desse corpo são importantes e indispensáveis, e que não devemos querer ser todos uma só parte, pois, assim, o corpo não sobreviveria. Além disso, o apóstolo deixa claro que é o Espírito Santo, como Deus soberano, que escolhe que dons dará a cada um.

5. Os dons do Espírito permanecerão para sempre? Quando não mais serão necessários? 1 Coríntios 13:8, 10

Quando Jesus voltar, os dons espirituais (que servem para edificar a igreja e ajudar na pregação do evangelho) não mais serão necessários.

6. Entre os dons concedidos à igreja está o de falar idiomas estrangeiros sem tê-los estudado. Leia o capítulo 2 de Atos dos Apóstolos e descubra por que esse dom foi dado aos discípulos.

A concessão do dom de línguas em Atos 2 foi a maravilhosa capacitação dos discípulos para cumprirem a ordem de ir e pregar o evangelho a todo o mundo (Mateus 28:19). O grande desafio era: como homens tão simples poderiam pregar o evangelho para pessoas de tão diferentes nacionalidades, reunidas para a festa do Pentecostes? A promessa de Cristo “Ficai em Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” cumpriu-se perfeitamente no momento em que “todos [os discípulos] foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar noutras línguas conforme o Espírito lhes concedia que falassem” (Atos 2:4). Note que essas “outras línguas” não eram estranhas, pois as pessoas (16 idiomas) presentes entendiam o que os discípulos diziam: “Todos os temos ouvido em nossas próprias línguas” (Atos 2:11). Esse é o verdadeiro dom de línguas. O que difere disso, pode ser tudo, menos bíblico. Lembre-se de que o Espírito Santo atua assim: no silêncio (Habacuque 2:20); sem confusão (1 Coríntios 14:33); com decência e ordem (1 Coríntios 14:40); com reverência (Hebreus 12:28); e sem gritaria (Efésios 4:31).

7. Agora leia atentamente 1 Coríntios 14:1-19. Como distinguir o verdadeiro do falso dom de línguas? Esse texto de Paulo apresenta pelo menos sete princípios para verificar isso:

a. Deve ser um idioma conhecido ou “idioma das nações”, conforme o do Pentecostes, em que cada um ouvia falar na sua própria língua materna (Atos 2:4, 8).

b. Que seja para a edificação, isto é, que haja quem entenda o que se fala (1 Coríntios 14:9).

c. É um sinal para os ímpios, ou para a pregação do evangelho (1 Coríntios 14:22).

d. Que falem dois ou, no máximo, três a cada reunião da igreja (1 Coríntios 14:27).

e. Esses dois ou três não devem falar juntos, ao mesmo tempo, mas sim um por vez (1 Coríntios 14:27). 

f. Além de falar “um após o outro”, deve-se ter um intérprete ao lado para que traduza tudo para a fala comum da congregação (1 Coríntios 14:27).

g. Se não há tradutor, não se deve falar em outras línguas na igreja, mas, sim, ficar calados (1 Coríntios14:28).

Para os pentecostais, o dom de línguas é um aspecto fundamental na vida cristã. Mas o que dizer dos samaritanos (Atos 8:15-17), de João Batista (Lucas 1:15), Maria (Lucas 1:35), Isabel, prima de Maria (Lucas 1:41), Zacarias, pai de João Batista (Lucas 1:67), Jesus Cristo (Lucas 3:22), dos sete diáconos da igreja apostólica (Atos 6:1-7) e de Estêvão (Atos 6:5; 7:55)? Todos esses foram inegavelmente cheios do Espírito Santo, mas não falaram línguas estranhas. Os próprios apóstolos, em outra ocasião em que o dom de línguas não foi necessário, mas indubitavelmente cheios do Espírito, não falaram em línguas (ver Atos 4:31). 

MINHA DECISÃO:

Decido usar meu/meus dons em favor do povo de Deus e na pregação do evangelho, para que Cristo volte logo. Coloco minha vida, meus bens e minhas capacidades nas mãos de Deus. 

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